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Inflamaçao e Reparo 2a ediçao  Ref. 2462
Capa
Autor: Alberto Consolaro
Ediçao: 2a / 2015
Número de páginas: 512
Formato: 17 x 24 cm
Editora: Dental Press
ISBN: 9788588020856
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Índice e/ou ResumoÍndice e/ou Resumo

Edição ampliada e revisada – 7 novos capítulos

 
Capítulo 1 - para que estudar a inflamação

• Infecção e inflamação não são sinônimos!
• O significado de inflamação e agressão
• O significado de “infecção”
• Conceito de doença infecciosa
• Consideração final

 
Capítulo 2 - O estresse celular precede e está na Inflamação

• O ABC celular
• O ABC molecular
• Homeostasia e Estresse Celular: alternância no estado celular
• O citoesqueleto: uma estrutura importante para o estresse celular
• Os tipos de indução ao estresse celular e correlações clínicas
• O estresse celular e os mediadores liberados
• As citocinas
• Os fatores de crescimento (GF)
• Os produtos do ácido araquidônico
• A membrana citoplasmática e seus receptores
• Outros mediadores químicos do estresse celular
• A matriz extracelular e a homeostasia celular
• Evoluções do estresse celular
• O estresse celular evoluindo para necrose celular e fazendo parte da inflamação
• Consideração final

 
Capítulo 3 - O início da inflamação: como ocorre?

• Conceituação, objetivos e local de ocorrência
• Exsudato e infiltrado inflamatórios: conceitos diferenciais
• Como chegamos aos fundamentos atuais: conceituação e evolução histórica
• As fases e evoluções da inflamação
• O início da inflamação: o gatilho do processo
• Os agentes inflamatórios ou flogógenos desencadeando a inflamação
• Fenômenos vasculares e exsudativos: essenciais para a formação do exsudato
• Consideração final

 
Capítulo 4 - Formando o exsudato: as substâncias entram em ação

• Como circula o líquido entre o sangue e os tecidos
• Como se forma o exsudato
• O exsudato inflamatório: componentes e funções
• O endotélio como origem de mediadores inflamatórios
• Consideração final

 
Capítulo 5 - Infiltrado em formação: as células chegam para fagocitar e reconhecer

• Formação do infiltrado inflamatório: quimiotaxia e migração
• A inversão das correntes promove a pavimentação leucocitária
• Quimiotaxia e leucodiapedese: a atração química unidirecionada
• Aderência leucocitária ao endotélio: essencial
• As células chegaram: as funções das células inflamatórias
• Fatores quimiotáticos: atraindo as células para o local
• Vida de neutrófilo
• Algumas horas depois: os macrófagos e linfócitos estão chegando
• Atividade celular do infiltrado inflamatório agudo
• Fagocitose: um mecanismo essencial para a inflamação
• Consideração Final

 
Capítulo 6 - Tipos, nomenclatura e evolução da inflamação aguda: exsudato e infiltrado como critérios

• Classificação da inflamação aguda de acordo o tipo de exsudato
• Inflamação Aguda Serosa
• Inflamação Aguda Fibrinosa e Pseudomembranosa
• Inflamação Aguda Hemorrágica
• Inflamação Aguda Purulenta ou Supurativa
• Inflamação Aguda Catarral
• Evolução da inflamação aguda
• Inflamação Sub-aguda
• Os termos agudo e crônico: pode ocorrer confusão!
• Consideração Final

 
Capítulo 7 - Aspectos clínicos e microscópicos: as implicações sistêmicas da inflamação
aguda

• Aspectos clínicos locais da inflamação aguda
• Dor
• Edema e Tumefação
• Calor ou Hipertermia Local e Rubor
• Perda de função da área inflamada
• Repercussões Sistêmicas da Inflamação Aguda
• Mal-estar, Cefaleia, Prostração, Astenia e Mialgia
• Febre
• Leucocitose
• Linfadenites Regionais e Linfangites
• Reação da Fase Aguda
• Aspectos microscópicos da inflamação aguda
• Aspectos Vasculares
• Aspectos Exsudativos
• Aspectos Teciduais Destrutivos
• Presença do agente agressor
• Consideração Final

 
Capítulo 8 - Cronificação do processo: a inflamação crônica

• Resolução versus Cronificação: a diferença
• Quando e porque ocorre a cronificação
• Conceito e caracterização da inflamação crônica
• Diferença entre granuloma e tecido de granulação: uma confusão comum
• O significado do termo infiltrado
• Consideração Final

 
Capítulo 9 - Granulomas: tipos, características e significados

• Tipos de granulomas e o que determina esta diferença
• Formação e constituição dos granulomas
• Granuloma do Tipo Corpo Estranho
• Destino e Evolução dos Granulomas do Tipo Corpo Estranho
• Granulomas do tipo corpo estranho especiais
• Granuloma do tipo corpo estranho atrapalham a reparação
• Diferença entre antígeno, corpo estranho e corpo inerte
• Granuloma Imunogênico
• Morfologia e Constituição do Granuloma Imunogênico
• Formação e manutenção do granuloma imunogênico
• Granuloma imunogênico: classificação em Th 1 e Th2
• Granuloma imunogênico e hipersensibilidade celular
• Ativação e acúmulo dos macrófagos nos granulomas
• Evolução e destino do granuloma imunogênico
• Consideração Final

 
Capítulo 10 - As células inflamatórias e outras relacionadas

• Neutrófilos
• Eosinófilos
• Basófilos
• Macrófagos e o Sistema Fagocitário Mononuclear
• Células epitelioides: uma das variantes de macrófagos
• Células gigantes multinucleadas inflamatórias ou CGMIs: uma evolução dos macrófagos
• Sistema Mononuclear Fagocitário e a Inflamação
• Linfócitos
• Mastócitos
• Plaquetas
• Consideração Final

 
Capítulo 11 - Terapêutica anti-inflamatória e correlações clínicas: bases biológicas de sua ação

• Anti-inflamatórios ou moduladores da inflamação?
• As drogas anti-inflamatórias: classificação e mecanismo de ação na inflamação
• Drogas anti-inflamatórias esteroidais ou corticosteroides
• Drogas anti-inflamatórias não esteroidais, aspirina-“like” ou AINEs, ANEs, NSAIDs, AINHs
• Inibidores não seletivos, seletivos e super-seletivos da cicloxigenase-1 e cicloxigenase 2
• Outros procedimentos e tipos de drogas anti-inflamatórias
• Consideração Final


Capítulo 12 - Mecanismos de reconstrução ou cura dos tecidos agredidos e a perspectiva das células-tronco

• Terminologia e conceitos fundamentais
• Diferenciando reparação e regeneração
• Capacidade do tecido e órgão promover a regeneração
• Porque, quando e o que é Fibrose Cicatricial
• Células-tronco: a esperança e a realidade
• Consideração Final

 
Capítulo 13 - Reparação: um processo dependente do tecido de granulação

• Reabsorção do exsudato (limpeza) e preenchimento inicial da área lesada
• Importância e funções das citocinas e fatores de crescimento na reparação
• O estabelecimento do tecido de granulação na área agredida
• A dinâmica de formação do tecido de granulação
• A contração da ferida
• A indução epitelial
• A resistência da ferida
• Breves características dos fatores de crescimento celular no reparo
• Tipos de reparação de acordo com a distância das margens das feridas
• Modificações patológicas na formação do tecido de granulação
• Cicatriz Hipertrófica
• Queloide
• O processo de reparo em outros tecidos conjuntivos
• Fatores modificadores do processo de reparo
• Fatores modificadores do processo de reparo
• Consideração Final


Capítulo 14 - Regeneração: um mecanismo dependente dos remanescentes e independente do tecido de granulação

• Regeneração axial ou epigenética
• Regeneração epitelial
• Cronologia dos fenômenos na regeneração epitelial
• Regeneração dos nervos periféricos
• Alterações neurais periféricas em decorrência de fenômenos regenerativos
• Regeneração muscular
• Regeneração em órgãos viscerais e glândulas
• Regeneração ou reparação óssea?
• Guias de regeneração ou de reparação? Regeneração ou reparação guiada?
• Consideração Final


Capítulo 15 - Reparação óssea, alveolar e peri-implantar: compreendendo a osseointegração!

• O conceito de tecido de granulação
• O conceito de tecido conjuntivo
• No ambiente ósseo, a reconstrução se faz com tecido de granulação: a origem das células
• Reparação ocorre para reconstruir uma área conjuntiva lesada
• Regeneração: o outro mecanismo de reconstrução tecidual, mas NÃO nos tecidos conjuntivos como o osso!
• O conceito de fibrose cicatricial
• Cicatrização não é sinônimo puro de reparação
• Os conceitos bem aplicados facilitam a compreensão clínica
• Um exemplo ou modelo de reparação óssea em defeitos em forma de cavidades: a reparação óssea alveolar
• A reconstrução da mucosa bucal: re-epitelização da superfície ou regeneração epitelial
• A cronologia dos fenômenos no reparo alveolar
• Corpos estranhos e corpos inertes como os implantes osteointegráveis no reparo alveolar
• Exemplos naturais da importância do coágulo no reparo ósseo: as alveolites seca e úmida. O que colocar nos alvéolos dentários após a exodontia?
• O coágulo no reparo ósseo alveolar e a reparação perimplantar: considerações comparativas

 
Capítulo 16 - Periósteo, membranas e o reparo ósseo de fraturas e cirurgias ósseas

• A essência
• A importância do periósteo na reparação óssea
• A estrutura do periósteo
• Capacidade adaptativa e reacional do periósteo
• O reparo das fraturas ósseas e a importância do periósteo
• O periósteo nas fraturas e as membranas na reparação óssea
• As membranas como substitutas do periósteo na reparação de lojas cirúrgicas ósseas
• Considerações finais

 
Capítulo 17 - O reparo ósseo com partículas de biomateriais implantadas em cavidades cirúrgicas

• A essência
• Pontos históricos interessantes
• O início do processo de reparo e os materiais particulados
• Rede de fibrina constituída: imediatamente têm-se a angiogênese
• O tecido de granulação em minutos e horas
• O osso primário: em horas e ou dias
• O osso secundário ou maduro: em alguns dias
• O tamanho da cavidade óssea e o material particulado no coágulo
• Propriedade ideal do material particulado: nem antigênico, nem corpo estranho!
• Quando as partículas do material forem corpos inertes
• As partículas dos materiais ficam indefinidamente ou podem desaparecer
• Critérios de escolhas dos materiais particulados para usar em cirurgias ósseas a partir de estudos in vivo
• Imaginologicamente pode se acompanhar estas evoluções
• A forma e o tamanho das partículas podem influenciar!
• A forma e o tamanho das partículas podem influenciar!
• Considerações finais


Capítulo 18 - O papel do periósteo nos procedimentos ortopédicos como exemplo de sua capacidade reparatória

• O osso uma metamorfose ambulante
• A importância do periósteo na reparação óssea
• A estrutura do periósteo
• Capacidade adaptativa e reacional do periósteo
• O periósteo na ortopedia: a morfologia óssea pode ser modificada pela demanda funcional e até voltar à situação anterior
• A Periostite Ossificante e os seus significados biológico e clínicos
• Remodelação da fossa mandibular ou glenoide em deslocamento mandibular ortopédico
• O reparo da disjunção palatina e a importância do periósteo
• A “recidiva” da disjunção palatina e osso neoformado no reparo
• A “expansão” das corticais durante os crescimentos císticos e tumorais
• Considerações finais

 
Capítulo 19 - Reconstrução cervical perimplantar: regeneração epitelial, EGF e a saucerização óssea

• O EGF e suas funções
• A regeneração epitelial, o EGF e as distâncias biológicas
• O EGF e a função dos Restos Epiteliais de Malassez: sem eles ocorre a Anquilose Alveolodentária
• Saucerização dos implantes osseointegrados: o mecanismo
• Porque a saucerização pode ser continuada e lenta?
• Implicações e aplicações clínicas do conhecimento
• Colocar e remover o cicatrizador e intermediário alteraria a junção epitélio-implante?
• Por que o epitélio tende a revestir e migrar em direção apical nas doenças inflamatórias perimplantares?
• Por que os LPS e o epitélio dificultam a re-osteointegração?
• Os fatores biológicos da saucerização
• Considerações finais

 
Capítulo 20 - Reparação Pulpar: a reconstrução se faz com tecido de granulação - a polpa repara-se e não regenera!

• De onde vem a polpa dentária?
• A lesão a ser reparada na polpa dentária coronária e apical
• Polpa dentária como fábrica de dentina: o início da produção e a fibronectina
• Origem e formação da dentina como barreira de tecido mineralizado
• Formação da dentina reparatória ou dentina terciária
• A integração do tecido neoformado com as paredes da dentina normal
• Estruturas em forma de túneis na barreira dentinária
• Os nomes da dentina de acordo com as varias situações clínicas: critérios
• A capacidade reparatória da polpa: fatores determinantes
• A papila dentária na formação e reparo da raiz e polpa
• Reparo em dentes com rizogênese incompleta: os dez princípios
• A polpa apical e os tecidos periodontais do canal cementário
• Polpa dentária e as demais especialidades clínicas

 
Capítulo 21 - Reparação Periodontal e Periapical: 10 considerações aplicadas à compreensão clínica

• Indica-se remover o tecido de granulação nas cirurgias periodontais! Por que se ele é fundamental para a reparação?
• Qual o papel cimento cirúrgico no reparo periodontal?
• Por que preparar a raiz mecanicamente e ou tratá-la quimicamente?
• O epitélio regenera muito rapidamente: bom o ruim?
• Em áreas radiculares expostas na boca, depois de cirurgias e reposições dos retalhos: por que não anquilosa-se o dente? E por que não se observam reabsorções radiculares?
• Em áreas radiculares não expostas na boca, depois de cirurgias e reposições dos retalhos: por que
não anquilosa? E por que não reabsorve continuadamente?
• E nas cirurgias paraendodônticas: o que ocorre na superfície de corte?
• E quando se tem lesões periapicais: como reparam os tecidos periodontais?
• As paredes ósseas na cirurgia periodontal são importantes?
• Como o extravasamento de material obturador interfere no processo de reparo periapical?
• Considerações Finais: uma síntese

 
Capítulo 22 - Prefácio: uma última consideração!

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