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  • Lógica - Uma Abordagem Clínica Da Oclusão

Lógica - Uma Abordagem Clínica Da Oclusão

Henrique José Piccin, Pedro Paulo Feltrin, Weber Adad Ricci

REF.: QI0005

R$ 588,00

Ou em até 5x de R$ 117,60



EDIÇÃO
1ª/2020
EDITORA
Napoleão
PÁGINAS
448
ISBN
9788548000676
FORMATO
23 x 31
ENCADERNAÇÃO
Capa Dura
RESUMO

O principal objetivo desta obra é facilitar a compreensão e os conceitos da oclusão dentária numa sequência lógica, permitindo aos cirurgiões dentistas de todas as especialidades, utilizar de forma simples e objetiva os  ensinamentos adquiridos. A oclusão é um fator indispensável de diagnóstico, planejamento e execução de trabalhos restauradores. O livro é apresentado em 10 capítulos, muito bem distribuídos e escritos por renomados profissionais da Odontologia Brasileira. Os capítulos 1, 2, 3 e 4 tratam dos princípios da Oclusão, Relação Cêntrica, Suporte Posterior, Guia Anterior e Dimensão Vertical e suas importâncias no contexto da Reabilitação Oral. O capítulo 5 faz uma revisão sobre os articuladores semi-ajustáveis e seu emprego no dia a dia dos cirurgiões-dentistas na execução de trabalhos protéticos. O capítulo 6 refere-se sobre o conceito e as técnicas do ajuste oclusal por acréscimo e/ou desgaste seletivo. Já os capítulos 7 e 8 abordam a importância do Planejamento e Oclusão nas diversas especialidades. Como fator de Diagnóstico e Tratamento nas Desordens Temporomandibulares (DTM), as Placas Oclusais ou Dispositivos Interoclusais Ortopédicos (DIO) são discutidos no capítulo 9. Finalmente, o capítulo 10 traz uma abordagem sobre a Odontologia Digital falando sobre as ferramentas de última geração disponíveis no mercado internacional na aplicação para diagnóstico e planejamento associados às tecnologias CAD/CAM.


SUMÁRIO


Cap. 01 – História da Evolução da Oclusão
Cap. 02 – Anatomia: Fisiologia do sistema estomatognático
Cap. 03 – Referências Oclusais para reabilitação oral
Cap. 03.1 – Relação Cêntrica (RC): Importância da Estabilidade Mandibular
Cap. 03.2 – Suporte Posterior (SP): Importância da Estabilidade Mandibular
Cap. 03.3 – Guia Anterior (GA): Orientação Excursiva
Cap. 03.4 – Alteração da Dimensão Vertical de Oclusão (DVO) na Prática Clínica com Ciência e Consciência
Cap. 04 – Oclusão Patológica: O diagnóstico da doença oclusal
Cap. 05 – Articuladores Semi-Ajustáveis: Características e indicações
Cap. 06 – Remodelação Oclusal: Desgaste seletivo e/ou acréscimo
Cap. 07 – Planejamento em Reabilitação: Execução do projeto
Cap. 07.1 – Integração da Estética e Função
Cap. 07.2 – Enceramento Diagnóstico e Protótipo Estético Funcional
Cap. 08 – Oclusão em Prótese Dental
Cap. 08.1 – Prótese Total Removível
Cap. 08.2 – Fixa sobre Implante (PSI)
Cap. 09 – Placas Oclusais: Tipos e indicações
Cap. 10 – Evolução Técnica Digital


PREFÁCIO


Importar era caro e difícil! Foram seis protótipos de articuladores. Distribuí em algumas universidades para saber se aquela ideia, motivada por um dentista da minha cidade, daria certo. Mas desse começo até a aprovação e a encomenda de 80 unidades pela Faculdade de Odontologia de Araraquara foram aproximadamente quatro anos.
Eu era o idealizador, o comprador, o fabricante e o vendedor. Mas eu gostava mesmo era de produzir e por isso pedi ajuda para que pudesse ser auxiliado com a distribuição do produto. Sempre gostei de executar coisas que fossem úteis. Sou autodidata e costumo brincar dizendo que para fabricar coisas: “Eu já nasci sabendo!”.
Desde muito pequeno tinha paixão por consertar e criar objetos que servissem a alguém. Lembro-me que não tínhamos guarda-roupa e eu, ainda um adolescente, fabriquei um muito caprichosamente com materiais velhos que haviam em casa. Ele se tornou útil e assim percebi que isso era o que deveria motivar quem produz: servir a alguém ou a algum propósito. Isso se tornou o lema da minha vida como empreendedor: SERVIR!
Não tinha o objetivo de ganhar dinheiro. Não me preocupava em correr, vender e nem com números! Eu me preocupava em atender os profissionais. E assim, por muitos anos, eu fui a “assistência técnica” da empresa. Uma das minhas propagandas pessoais era a de que o produto que fazíamos era tão primorosamente executado que ele não precisaria de manutenção.
E quando os poucos pedidos de corrigir algum funcionamento surgiam, era eu mesmo que me deslocava até os nossos clientes para servi-los. Na maioria das vezes era alarme falso, como em um episódio que verifiquei que um de nossos equipamentos não estava funcionando porque a profissional o estava ligando em uma tomada sem energia.
Nossos produtos foram muito bem aceitos e nossa missão sempre foi valorizada pelos clientes e assim vendemos muito! Eu não estava dando conta e precisávamos crescer! Ampliamos e vieram novos funcionários. Sempre eu os tive ao meu lado. Eu dizia e meus funcionários seguiam à risca minhas ideias de maneira orquestrada e direta.
Passei a ouvir cada vez mais os professores para saber suas necessidades. Queria atender e servir aos meus clientes. As opiniões eram muitas e, neste momento, vi que se fosse atender a cada solicitação de modificações, acessórios e novas peças os projetos não teriam uma identidade. Assim, eu buscava entender ao máximo a necessidade de todos e, por fim, usava da minha visão como desenvolvedor para aperfeiçoar a quase totalidade das exigências.
Houve tempos em que senti resistência de professores que menosprezavam o que produzíamos como algo inferior aos importados. Batalhei muito para que o nosso produto brasileiro pudesse ser valorizado à altura do que ele realmente era porque eu sabia que estávamos fazendo algo sempre de vanguarda e com alta qualidade. Esse foi outro lema que sempre defendi: “Reserva de qualidade”. Isto significa que devemos sempre procurar criar e inovar. Assim, quando a concorrência estiver tentando se equiparar ao seu produto, você já tem reserva para mais uma vez dar um salto na frente.
Hoje me sinto orgulhoso e realizado toda vez que vou à empresa e vejo esse legado que agora é dirigido pelos meus filhos. Eles continuam servindo aos nossos clientes. Com isso, a empresa está preparada para o futuro frente a uma economia cada vez mais global, mas sem perder os nossos valores.
Agradeço muito a Deus por toda esta trajetória. Com Ele, aprendi a servir. Agradeço também a minha esposa Maria José por sempre ter me apoiado. Hoje, vejo a iniciativa deste livro como mais uma tentativa de seguir o meu lema. Entretanto, confesso que na minha visão só o livro e sua leitura não farão muita coisa sozinhos. É preciso ler, interagir, estar presente, discutir, raciocinar e criar… e se for preciso, recomeçar tudo de novo! Só assim cada um de nós poderá verdadeiramente SERVIR!


Germano José Piccin

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